ALICE

Lilypie Kids Birthday tickers

sábado, 21 de abril de 2018

Despertador humano

Quando a Alice nasceu estive 4 meses de licença. Durante esse período coloquei de parte o despertador pois as horas eram as da e dava sinal sempre que a fome chegava. Durante esse período deu para perceber a rotina e horários dela que, de manhã, eram sempre a tempo de lhe dar de mamar, arranjar-me e sair antes das 8h30. Assim foi até nascer o António para passar ele a ser o meu despertador.
E já vão mais de 6 anos que tenho um acordar nem sempre desejado na hora mas com muito mais amor, beijos e abraços.

Custa-me sempre levantar antes das 7h, principalmente nas noites em que me levanto 4 e 5 vezes, mas passado algum tempo sabe bem receber os beijos que me oferece.

sexta-feira, 20 de abril de 2018

Arrumação de peluches pequenos

Acho que encontrei uma solução para um produto que há muito já não usava e assim aliviar um pouco a caixa de peluches.

Pinterest



Ter sempre presente...



quarta-feira, 18 de abril de 2018

Projeto

Ando com um projeto parado há alguns meses. Vou ter que acelerar algo que estava previsto para o dia de aniversário dela que aconteceu a 8 de janeiro. Não depende apenas de mim... mas vou dar o empurrão final.

pinterest

terça-feira, 17 de abril de 2018

Telemóvel novo

Já aqui partilhei que tenho um telemóvel que tira fotos?





sexta-feira, 13 de abril de 2018

Mais alguém está comigo?



Quem não gosta de receber ofertas?


T-shirt ZARA

Saia ZARA

Colar Parfois

Mala Parfois 
(a minha é amarela)

Lenço Parfois

Blusa ZARA

quinta-feira, 12 de abril de 2018

Não é justo

Eles crescem durante a noite e enquanto estamos a trabalhar. Quando os voltamos a ver estão sempre um pouco maiores e nós quase não acompanhámos...

quarta-feira, 11 de abril de 2018

Capicua

10 de Abril de 2018. 44. Um dia tão feliz com comemorações desde manhã até muito de noitinha. Já vos disse que adoro fazer anos?







Todo meu


segunda-feira, 9 de abril de 2018

Mais um dente

E a tradição continua: caixinha com dente e bilhete à fada, papel e lápis para que ela deixe também algo escrito ao levar o dente.



E lá vai o quinto dente...

sexta-feira, 6 de abril de 2018

Zara é Zara

Para mim, é suficiente... nunca fui de gostos caros.

Calças 19,95€

Camisa 25,95€

Calças 29,95€

Saia 29,95€






quinta-feira, 5 de abril de 2018

O pássaro da alma

Na sala da Alice fazem uma atividade onde todas as semanas um aluno leva num saco de pano decorado um livro para que seja lido pelo pai/mãe/familiar à criança. No final a criança faz um desenho e na segunda-feira reconta à turma.
O primeiro livro que a Alice trouxe era engraçado mas hoje quase não me lembro da história. O último foi uma descoberta tão bela e sensível que terei de o comprar mal tenha oportunidade.
Partilho convosco, para lerem aos vossos filhos, para lerem para si próprios, um livro singelo, despretensioso e puro, de quase beleza rara. Feito para crianças e tão perfeito para os adultos.

Fala de sentimentos e explica de uma forma tão singela o que é a alma que todos nós temos...

"Quando alguém nos magoa,
o pássaro da alma agita-se para lá e para cá
em todos os sentidos dentro do nosso corpo, sofre muito.
Quando alguém nos ama,
o pássaro da alma dá pulinhos de contente,
para trás e para a frente, vai e vem.
Quando alguém nos chama,
o pássaro da alma põe-se logo à escuta da voz
a fim de reconhecer que tipo de apelo é.
Quando alguém se zanga conosco,
o pássaro da alma recolhe-se
dentro de si, tristonho e silencioso.
E quando alguém nos abraça, o pássaro da alma
que mora no fundo, bem lá no fundo do nosso corpo,
começa a crescer, crescer,
até encher quase todo o espaço dentro de nós,
tão bom para ele é o abraço.

Dentro do corpo, no fundo, bem lá no fundo, mora a alma.
Ainda não houve quem a visse,
mas todos sabem que ela existe.
E ainda nunca, nunca veio ao mundo alguém
que não tivesse alma.
Porque a alma entra dentro de nós no momento em que nascemos
e não nos larga
- Nem uma só vez –
até o fim da vida."

Michal Snunit

Ronda os 10€

10 de abril à porta

t-shirt 5,99€

t-shirt 7,99€

Blusão 11,19€ (em promoção)

Blusa 15,99€

Blazer 19,99€

Calças 25,99€
Tudo Stradivarius

quarta-feira, 4 de abril de 2018

Vida difícil

Alice no carro a comer uma bolacha com pepitas de chocolate.
António vê e diz:"Eu queeeeeé!"
Eu:"Alice, dá uma bolacha ao teu irmão!"
Alice:"Ohhhh, maaaeeee.... e se ele gosta?!?"

segunda-feira, 2 de abril de 2018

Xiaomi

O telemóvel continua sem tirar fotografias, mesmo com a substituição da câmara fotográfica. O problema deve ser mais complexo.
Eu sei que um telemóvel serve, em primeiro lugar, para fazer e receber chamadas. Logo a seguir vêm as fotografias. O meu já não faz o... logo a seguir.
Está assim desde dezembro. Deste mês não passa e a escolha recai sobre uma marca que tem ganho muita cota de mercado e elevados elogios, numa relação preço/qualidade excelente.

Xiaomi

quarta-feira, 28 de março de 2018

Nem mais!

O amanhã pode nem chegar...

O meu filho mais novo é sobredotado

O António começou a falar muito mais tarde do que a Alice e, talvez por não dominar a linguagem verbal sempre me pareceu menos desenvolvido do que a irmã nas fases ditas normais de desenvolvimento.
Tal nunca me preocupou. Talvez por ser o segundo, talvez por achar que a Alice também não era um bom elemento de comparação porque sempre a achei mais avançada do que a maioria (mas nada anormal).
O outro dia ele calçou sozinho mas com os ténis ao contrário. Quando lhe chamamos à atenção ele disse que não e cruzou as pernas ficando com os pés trocados mas com os ténis aparentemente certos.
Desculpem-me o egocentrismo mas eu achei genial!!

terça-feira, 27 de março de 2018

segunda-feira, 26 de março de 2018

Felicidade para mim é isto!

Domingo à noite
(Se os adultos se distraem a conversar fica instalado o caos mas um caos tão bom de se recordar)

Tudo se aprende ou se treina

Aprendi, com a minha mãe em primeiro lugar, com a vida em segundo lugar, que tudo é importante na nossa vida e que tudo é "bom". A minha mãe tem uma força e uma positividade muito fortes que passou aos filhos, consciente e inconscientemente, nas suas atitudes diárias.
Eu fui aprendendo a ser feliz ou a estar bem mesmo nos dias menos felizes, aceitando com maior ou menor dificuldade, todos os acontecimentos que vivia como necessários na minha existência.
É muito fácil ser feliz quando tudo nos corre bem, difícil é ser feliz nas adversidades. Não o somos completamente, claro, mas podemos ser mais serenos e positivos mesmo nos dias de céu cinzento.
Eu posso nunca vir a ser a pessoa mais feliz deste mundo mas devo estar perto de ser a pessoas com mais momentos felizes. É provável que seja modesta nas minhas necessidades de felicidade. Às vezes, basta-me acordar de manhã a respirar para ter um momento feliz...



quinta-feira, 22 de março de 2018

Azul marinho e preto

Estou fã desta combinação. Há uns anos atrás seria incapaz.






quarta-feira, 21 de março de 2018

Sortuda

O outro dia chovia, meti os miúdos no carro e voltei a entrar em casa para trocar de guarda-chuva. Piso cerâmico, ténis com sola de borracha e passo apressado. Resultado: dei um malho tão forte que arranquei parte da sapateira da parede ao cair.
Podia ter logo achado que tive um grande azar mas até hoje só penso na sorte que tive. Bati com a cabeça no chão, rabo e resto do corpo, não escapando nenhum osso e não tive mais do que um ligeiro galo, mão ligeiramente inchada e com leve corte e duas ou três lágrimas que não contive...
Estava atrasada e com miúdos no carro que nem deram hipótese para me demorar mais de 5 segundos no chão.
Azar? Sorte, muita sorte! Eu podia ter-me partido em 3 pontos, no mínimo.
Sou mesmo sortuda.

sexta-feira, 16 de março de 2018

Alice, a sensível

"Sabes mãe, já pedi à educadora para não cantar a música do Balão do João. Sabes qual é?" e começa a cantalorar os dois primeiros versos. "Dá-me logo vontade de chorar. Que música tão triste!"


quinta-feira, 15 de março de 2018

A minha mais velha

Alice em tronco nu a vestir o pijama:
"Ai, mãe! Estou cheia de frio nos pulmões!"

segunda-feira, 12 de março de 2018

O pior que pode acontecer a um pai...

Um colega de trabalho viu partir o filho e deve estar a passar pelo inferno que só quem passa conhece. Uma fatalidade que deve destruir qualquer um e que nos dá pânico só de imaginar...
E páras, pensas e vês a sorte que tens ou tens tido, uma sorte que te cai no colo mas que não a mereces mais do que os outros pais.
E não queres imaginar o que farias, o que sentirias ou como ficarias.
Não queres sequer pensar que os teus filhos estão no mundo, sujeitos a mil e uma coisas, todos os dias da tua vida.
E tentas agarrar com toda a tua força cada um deles, colocá-los no teu colo e protege-los de uma simples brisa.
E vês que és tão pequena e impotente.
Vês que o mundo é tão grande e que vos pode engolir a todos num único golo.
Chegas à conclusão que pouco podes fazer para os proteger.
Chegas à conclusão que o melhor que tens e podes fazer é agarrar cada dia com um sorriso, numa bênção tão preciosa.
Vês que os gritos que dás para se calarem ou não pularem podiam ser substituídos por gritos de alegria por eles serem enérgicos e felizes. 
Apercebes-te que deves respirar mais e melhor e substituir o suspiro que muitas vezes atiras para o lado pelo sorriso por teres uma casa cheia.
Apercebes-te que amanhã tudo pode acontecer, a ti ou a um deles, mas que hoje tens a oportunidade de os abraçar com toda a força do mundo e dizer-lhes o quanto os amas e o quanto eles são parte de ti...


quarta-feira, 7 de março de 2018

Tem ou não tem idade para decidir?

A Alice desde muito nova, acho que ainda não tinha 3 anos, dava a sua opinião sobre a roupa que queria ou não vestir. Tinha as suas preferências e reclamava por elas.
Se aos 3 era assim, aos 6 mantém-se com a agravante que argumenta bem melhor tentando valer a sua vontade.
Eu não sou radical, não sou de opinião que eu sou a mãe e quem manda no que ela veste sou eu e pronto. Sim, eu sou a mãe, sim eu mando mas sim eu respeito as vontades e preferências dela, eu respeito o bem estar e conforto dela e com isso quero dizer que a ouço quando me diz que detesta aquela peça ou aquela cor. Talvez o facto de ter sido como ela me ajude a compreender melhor.
Assim sendo, a solução encontrada é, de véspera, escolhermos as duas o que vai vestir. Pergunto-lhe: "O que te apetece vestir? Vestidos, saias, calções ou calças?" Ela escolhe e juntas vamos vendo o que fica melhor com quê.
Já aconteceu ir numa combinação que não julguei ser a melhor mas que ela adorou.
Já aconteceu convencer-lhe da minha escolha.
Já aconteceu de forma nenhuma ela vestir uma determinada peça.
Quando compro-lhe roupa ou está comigo e ajuda-me a escolher o que gosta ou compro sozinha mas em casa experimenta e diz-me se gosta ou não, havendo situações em que fui devolver ou trocar a peça.
Impor a minha vontade, o meu gosto, a minha estética a ela, sem a ouvir, sem a compreender no seu gosto pessoal, no seu bem estar físico e emocional está completamente fora da minha forma de a educar.

P.S. Claro que está fora de questão ir com roupa de verão em dia frio ou roupa de inverno em dias quentes. Está fora de questão as fantasias para tempo de aulas. Mas a coroa já foi fazer compras ao hiper e bandoletes com borboletas a abanar no cimo da cabeça num almoço de domingo.

O que eu sinto é que devemos ouvi-los, respeitar mais as suas vontades e pensar que o capricho que julgamos ser deles, talvez esteja a ser nosso e que a teimosia que eles estão a ter talvez existe apenas porque a alimentamos.


Alice, a corajosa!

Infelizmente morreu o pai de uma amiga. Digo à Alice que vou ver à casa mortuária.
Alice:"Mãe, posso ir contigo, posso?"
Eu:"Não, filha. Só podem ir adultos!"
Alice:"Mas, mãe, eu já tenho 6 anos e nunca vi uma pessoa morta! Deixa-me ir, por favor!"

sexta-feira, 2 de março de 2018

Animal de estimação

Alice a ver um programa sobre animais de estimação:
"Mãe, eu tenho um animal de estimação!"
"Ai sim?! Qual?"
"O meu animal de estimação é o António."

terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

Quem és tu?

Todos temos uma percepção de nós mesmos, um conhecimento do nosso ser que nem sempre é o que os outros vêem em ti. Pode ser que não te conheças bem ou então a mensagem que passas não é recebida de forma limpa e isenta do que o outro é.
Profissionalmente sou exigente comigo e com os outros, não fecho os olhos aos erros, procuro pessoas que saibam mais do que eu para que eu possa crescer e tento dar o meu melhor. Reconheço que, por vezes, passo a imagem que sei muito, que erro pouco, que sou dona de quase todas as verdades. Talvez até seja assim em quase todas as vertentes da minha vida e seja essa mesma uma característica minha.
De tempos a tempos sou confrontada com estas características, sou acusada de ter a "mania", de nunca cometer erros e de me fazer mais do que os outros. Sempre que isso acontece, mesmo que sinta que não é verdadeiro, que não me descreve, tenho que reconhecer que é uma mensagem que passo, pelo menos, a algumas pessoas. Tenho que reconhecer que posso mesmo ser assim ou então tenho que mudar de "mensagem", mudar comportamentos ou atitudes.
Eu não gosto de magoar o outro, sempre fui assim... lido melhor com a minha dor do que com a dor que possa causar noutro. E hoje bati na mesa, literalmente bati na mesa e gritei e não me orgulho nada da minha atitude, uma atitude que me faz perder a razão e que só faz confirmar a ideia do que o outro tem da minha mania de me achar perfeita profissionalmente.
Perdi a calma e com a calma perdi a razão, toda a razão que ainda julgo ter nas coisas que eram ditas e discutidas.
Hoje, só confirmei aquilo que o outro pensa de mim: uma pessoa que nunca erra, que faz tudo perfeito e que não reconhece o trabalho e o esforço do outro, apenas vê os erros!
Hoje sinto-me triste comigo...


sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

Li hoje e adorei

"Não corras atrás de quem foge."

Sou uma pessoa muito valiosa

Sabes que és uma pessoa muito valiosa quando te relembras dos milhares de euros que já investiste na tua boca. E não foi para ter uma boca mais bonita do que as outras bocas, foi apenas para ter a boca (dentes e maxilares) normais. E o investimento continua... dói um pouco na hora de pagar. E pelo valor eu podia estar um estouro mas foi apenas para ficar normal.


terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Para pensar...



Uma história inimaginável

Ao ver um programa "Separated at birth" (casos de crianças dadas à adoção em bebé e a procura pela sua família biológica) houve uma história que me marcou.
Imaginemos este caso:
Uma mãe vai para o hospital ter o seu filho. No dia que nasce teve icterícia e vai para uma sala para apanhar a luz de lâmpada. Quando voltou a mãe achou que o cabelo estava maior. A enfermeira disse que devia ser dos raios. Foi para casa. À medida que crescia notava traços muito distintos dos seus e do marido, cabelo encaracolado, nariz mais achatado, mas não ligou muito. Começa a correr o boato que a filha não era do marido e que ela tinha sido infiel. A relação termina mas a dada altura o ex-marido pede teste de ADN. Resultado: não era o pai, nem ela a mãe. Com o hospital apercebem-se que os bebés foram trocados. Já tem a filha 10 anos. As duas famílias encontram-se e ela reconhece logo os seus traços na verdadeira filha. Abraço longo e uma dor no coração que nem imagino.
O que fazer? As duas famílias decidem que o melhor para as crianças é manter como tinham estado até então e sem contatos futuros. E assim vivem?"
O que fariam?
Parece história de filme mas não existem filmes que superem a realidade...


A mãe e a sua "filha" que não é filha biológica. 
A outra família recusou-se a participar no programa.