ALICE

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terça-feira, 12 de dezembro de 2017

O que nos alimenta a alma

No mês passado, num evento, apresentei uma comunicação para os meus pares profissionais. Fui elogiada e é difícil não nos sentirmos bem.
Este mês fui à escola da Alice ler uma história para a turma dela e fazer uma atividade plástica. No final ainda entreguei um certificado a cada aluno.
O olhar de admiração e felicidade com que a minha filha me olhava foi tão superior aos maiores elogios que eu pudesse receber profissionalmente.
É algo inexplicável...

domingo, 10 de dezembro de 2017

Irmãos

Passamos a ser árbitros, juízes ou advogados de defesa ou acusação em 90% do nosso tempo. Se, por momentos, temos a oportunidade de estar só com um vemos como estávamos redondamente errados quando pensávamos que um filho dava muito trabalho... tão inocentes que éramos.






quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Carta ao Pai Natal

Podes escolher tu, Pai Natal. Fico feliz com qualquer um...

 
Nike Cortez
 
 
Lecoq Sportif
 
New Balance
 
Puma
 
Adidas Samba
 
 

A família vai à escola

No Plano Anual de Atividades da escola da Alice, há uma atividade de levar a família à escola. Assim sendo, uma vez por mês vai 1 pai, avó, tio, ou qualquer outro familiar fazer uma atividade com a turma.
Lá vou eu este mês, para grande satisfação da Alice, fazer algo na sala dela.
Não foi fácil pensar na atividade. Podia ser falar da minha profissão mas não os quis massacrar e então pensei contar um bonito conto de natal, com figuras impressas e coladas em paus para uma espécie de fantoches improvisados. Depois fazer uma atividade manual.
Já comprei os materiais e já vai a árvore montada para cada um dos meninos. Quem me conhece sabe que isto é um feito enorme. Quem me conhece sabe também que criei logo uma "equipa de trabalho" que me auxiliou no projeto...

As árvores preparadas para serem enfeitadas pela sala da Alice.


 
Para ficar algo do género. Há brilhantes para colar, pompons e fitas coloridas.

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Já pensou consultar um psicólogo?

Dizia-me a terapeuta da fala: "O António está muito dependente de si emocionalmente e isso está a impedi-lo de evoluir, de crescer."
Nem sabia bem o que comentar pois não pretendia entrar em debate educacional ou acabar por ser um pouco mais seca. Reconheci que ele era muito "agarrado" a mim e que piorou um pouco com a entrada na escola.
Ao que me disse: "Já pensou consultar um psicólogo?"
Apeteceu-me perguntar: "Para mim, para ele ou para si?"
Nada contra os psicólogos. Nunca consultei nenhum. Nunca foi necessário. No futuro não terei problema algum em recorrer para mim ou para os meus filhos se sentir que eles possam ser parte da solução de algum problema. Até hoje tenho conseguido gerir à minha maneira, aprendendo com os erros, tentando fazer melhor, focando-me nas coisas positivas e minimizando os problemas.
Só achei que a terapeuta em causa (em cerca de 10 sessões ou menos de 30 minutos cada com intervalos de 1 ou 2 semanas entre as sessões) tinha pouco conhecimento para recomendar logo um psicólogo. Ainda bem que os psicólogos já não estão associados a demências mais graves ou depressões profundas mas o facilitismo com que se recomenda ou se recorre a um psicólogo também não é benéfico. E achei que se não estivesse segura de mim naquele momento tinha vacilado e tinha ficado a acreditar que nós (eu e o meu filho) precisávamos de um profissional para modificar a nossa relação.

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

O desfralde - parte final

Começamos o desfralde no verão, altura dita ideal para se andar ao léu, pé descalço e dias de sol para secar roupa. No entanto, não correu muito bem. Eu não fui consistente e ora tirava a fralda ora colocava a fralda porque íamos andar às compras ou outra coisa qualquer fora de casa. Era um desfralde feito a part-time e isso faz confusão às crianças.
Lembro-me de com a Alice ter decidido tirar e depois disso nunca mais coloquei por razão nenhuma (excluindo as sestas e as noites nos primeiros tempos).
Assim, passou o verão e começou o colégio. Como foi uma situação difícil para ele, não querendo que tocassem nele, o desfralde foi adiado até que tivesse adaptado.
A situação já estava controlada e cabia em mim retomar com toda a força. Ah, algo importante, o cocó já era sempre na sanita, desde o verão. Geralmente à noite, depois do banho ou durante o banho, lá pedia ele para ir à sanita.
De semana para a semana ia adiando, porque o ia buscar, depois eram compras e isto e aquilo, quando chegava a casa jantar, banho cama e passava mais um dia. O fim-de-semana, aos sábados as manhãs passadas na piscina, chegar a casa e almoçar e cama. Acordava a meio da tarde. Se saíamos lá passava mais um dia e assim por diante.
A semana passada, numa sexta-feira, tive que retomar. Era demais e já com 3 anos feitos. Pois, tirei, uns deslizes no fim-de-semana, vá muitos. Na segunda-feira no colégio foram 3 calças e em casa mais 2. Na terça-feira 1 deslize, na quarta-feira nenhum, e assim por diante.
Posso dizer que numa semana está excelente. E melhor ainda, passa as noites inteiras sem fazer xixi. Ainda coloco fralda mas de manhã estão sempre secas. As sestas igual, nada de xixi.
Ainda é cedo (9 dias) para dizer que está tudo bem. Pode haver algum retrocesso, deslizes... mas vai no bom caminho.

Feitos dentro do prazo

Vários serões depois...




Missão cumprida.
Encontram-se em produção.
 

terça-feira, 28 de novembro de 2017

Entrevista a Clementina Almeida

Na Activa de outubro vem uma entrevista com o nome:"Porque é que o meu bebé não dorme?"


Estas foram as minhas partes preferidas:

Porque acordam tanto os bebés mais pequenos?
No início, os bebés acordam por imensas razões: porque têm fome, porque têm necessidade de conforto, ou porque têm necessidade de colo. O colo é uma necessidade tão básica como a alimentação. Portanto deve-se mesmo pegar neles ao colo quando choram. Nos primeiros tempos, é muito estranho para um bebé estar separado da mãe, e o colo ajuda a colmatar essa mudança.

Diz que deixar o bebé "acalmar-se" sozinho é um desânimo aprendido...
Sim, e mais tarde teremos crianças inseguras, desconfiadas, com medos, porque o que faltou foi essa vinculação do primeiro ano. Deixá-los chorar tem consequências terríveis para um bebé, porque entra em stresse total. Imagine que estava em perigo e que não havia ninguém para salvá-la. É isso que um bebé sente. O cérebro segrega a hormona do stresse, o cortisol, que queima literalmente neurónios e é altamente destrutivo numa altura em que estamos na fase mais importante de toda a nossa vida em relação ao desenvolvimento cerebral.

Portanto, não se deve mesmo deixar os bebés chorar...
Claro que não. Inclusive o médico que o inventou, o dr. Richard Ferber, já veio pedir desculpas. Porque é evidente que ele há 20 anos não sabia, como nós sabemos hoje, o que se passa no cérebro dos bebés.

Deve-se adormecer o bebé ao colo?
Deve, porque não há colo a mais. O colo só faz mal a uma coisa: às costas da mãe.

Depois ele fica "mal habituado"?
Então se calhar o melhor é também pararmos de lhe dar comida, porque ele pode habituar-se mal... Uma mãe que dá colo ouve a sogra, a mãe, os tios e toda a gente a dizer-lhe que ele vai ficar "mal habituado". A parte mais difícil não é dar-lhes colo, é ouvir os bitaites de todos os que estão fora.

Em destaque: :)
Os bebés têm manhas?
Isso é uma projeção das más intenções dos adultos. Os bebés só fazem o que é preciso para a sua sobrevivência, quer para garantir a sua nutrição física quer para a sua nutrição afetiva, porque nós também precisamos de ser nutridos afetivamente.


A autora deste livro e do blog: https://mylabforbabies.com/

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Deadline

Quinta-feira, sem falta, os dois álbuns têm de ser enviados. Já começo a ficar com os nervos em franja. Só consigo trabalhar neles quando os dois já estão a dormir e eu quase capotada de cansaço... haja fé!!



Balanço do Black Friday

Estive 15 minutos para estacionar para ir ao híper comprar bens de primeiríssima necessidade: leite, pão, fruta e legumes. Ah, o fiambre perna extra estava com 25% de desconto. Volta e meia compro, desta vez compensou.

Pérolas da Alice

"Mãeeeeeeeeeee, o António deu-me uma chapada na perna!"

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Educar as emoções

A parte mais fácil na educação é ensinar-lhes as letras, os números, os países e os planetas, que em canções e lengalengas lá vão dizendo mais cedo ou mais tarde. A parte mais difícil na educação é ensinar-lhes a gerir as emoções, a expressá-las ou dosea-las de forma a que cresçam sem medo de chorar ou rir em fortes gargalhadas, de forma a que digam que amam ou que não amam as pessoas que cruzarão os seus caminhos.
A parte mais fácil é ensina-los a dormir a ...noite toda e comer a sopa até ao fim sem caretas. A parte mais difícil é ensinar-lhes a sonhar e a acreditar que os sonhos são meio caminho para a realidade. A parte mais difícil é ensinar-lhes que comer é partilhar, vivenciar e estar com os nossos.
A parte mais fácil é dizê-los “isso não se faz” e “mau, mau”. A parte mais difícil é ensinar-lhes as consequências dos atos e faze-los passar por elas. Os erros fazem parte do mais correto ser humano, corrigi-los é parte integrante do erro.


 Ajudá-los a crescer e a transformá-los em adultos de mente sã é o desafio mais complicado que podemos ter. Dar-lhes a ferramentas necessárias para que possam exprimir as emoções, para que possam conhecer a tristeza, a perda e a mágoa como sentimentos necessários e saudáveis na sua vida. Dar-lhes ferramentas para que possam partilhar a alegria, a bondade e a empatia com os outros.
Fazer-lhes acreditar que é bom chorar quando estamos tristes, que é bom rir quando a gargalhada teima em sair. Que é bom isolar-nos quando nos queremos só a nós e que é bom rodearmo-nos de gente quando sentimos que é vida é boa demais para se viver só. 


 Fazer-lhes sentir que as lágrimas e os risos podem andar de mãos dadas, que a tristeza é amiga da felicidade, que a mágoa não mata o perdão, que o coração é maior do que o peito que o guarda e que o cérebro nos guia o caminho ouvindo o coração.


Alice e António, não conheço um pai que não diga que o seu maior desejo é ver os seus filhos felizes. Mas também não conheço um pai ou não pai que saiba concretamente qual o segredo para se ser verdadeiramente feliz.

 Alice e António, esta mãe que vos ama profundamente não sabe mais do que qualquer outro pai e mãe. Esta mãe que vos grita com o mesmo sentimento que vos abraça, vai-vos ajudar a crescer nessa felicidade que não será constante mas será presente. Vai-vos ensinar a gerir o que os vossos pequenos corações nem sempre entendem e dizer-vos que vocês são importantes, os mais importantes da minha vida mas que o outro, o outro é tão importante como vocês e todo o respeito que merecem, o outro merece.

 Alice e António, mais do que vos desejar a felicidade eterna, desejo-vos que sejam crianças, adolescentes e depois adultos de coração bondoso e mente sã. A felicidade fará sempre parte da vossa vida se olharem o outro da mesma forma que olham para dentro de vós.


Da vossa mãe que aprendeu a ser feliz na felicidade e na tristeza.

 

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

No domingo

O bolo um pouco maior, a família mais alargada, mais gritos, mais beijos, mais abraços e muitos saltos.



 
E descobrir que temos tão poucas fotos...
 

17 de novembro

Foi um dia de trabalho muito longo e mais intenso do que é costume. Cheguei a casa já passava das 19h.
Este foi o possível, mas não faltaram muitos risos, saltos, gritos, abraços e beijos carregados de amor...

Há 3 anos atrás a nossa família cresceu...

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Os dias correm...

... e não tenho conseguido aqui escrever. Foram dias de formação, dias de trabalho acumulado, dias de maior cansaço. Os dias correm e por aqui fica um pedacinho de como têm sido...


Uma visita à minha formação 

Aproveitar um domingo para trabalhar 

Falar para muitos...

E quando não estou a trabalhar começa o trabalho a sério...